No início deste ano, a alta atmosfera sobre o Ártico perdeu uma quantidade sem precedentes de ozônio, tanto que as condições ecoaram o buraco de ozônio anual do lado oposto do planeta, na Antártida.
“Pela primeira vez, a perda ocorrida foi suficiente para ser razoavelmente descrita como um buraco de ozônio Ártico”, disseram os pesquisadores.
Na superfície da Terra, o ozônio é um poluente, mas na estratosfera forma uma camada protetora que reflete a radiação ultravioleta de volta ao espaço. Os raios ultravioleta podem danificar nosso DNA e levar ao câncer de pele e outros problemas.
Algum grau de perda de ozônio sobre o Ártico, e a formação do buraco de ozônio da Antártida, são eventos anuais durante os invernos respectivos dos polos.
Esses eventos são movidos por uma combinação de temperaturas frias e uma persistente destruição do ozônio.
Fonte: hypescience

